O técnico Paulo Campos é mantido no comando para a disputa do Campeonato Paranaense. A equipe é eliminada, mais uma vez, na primeira fase da competição.
Para iniciar o brasileiro, o Paraná Clube contratou o técnico Lori Sandri. Mais alguns jogadores foram trazidos para reforçar o elenco. Entre eles o meia Maicossuel, o lateral Neto, o atacante André Dias e o artilheiro Borges. A primeira vitória em casa aconteceu apenas na sétima rodada, diante da equipe do Fortaleza. Após o empate diante do Vasco por 0x0 no Pinheirão, na 21ª rodada, a equipe ficava na 2ª colocação do campeonato e estava a 9 partidas sem perder (5 vitórias e 4 empates).
No início do segundo turno o técnico Lori Sandri deixava o cargo e Luiz Carlos Barbieri assumia o comando.
Na partida contra o Fluminense, no dia 8 de outubro, no Estádio Pinheirão, o Paraná Clube aplicou uma goleada histórica de 6x1, com direito a mais duas marcas, de quebra: Éder, aos 25 segundos do primeiro tempo faz o gol mais rápido da história do Paraná Clube, e Sandro, aos 41 minutos do 2° tempo, anota o quarto gol do Paraná Clube e o gol de n° 1.000 do campeonato brasileiro.
Em sua 13ª participação no Campeonato Brasileiro da 1ª divisão o Paraná Clube ficou em 7° lugar, chegando ao número de 17 vitórias e 10 empates, garantindo a sua participação na copa Sulamericana de 2006.
No final de 2005, o Paraná Clube lança a campanha "Vila tá na hora", projeto para o retorno ao Estádio Durival Britto e Silva.